Presidir a Eletrobras exige princípios éticos e morais

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Tenha dignidade, Wilson Pinto! Chegou a hora de partir!

Wilson Pinto “caiu de paraquedas” na Eletrobras em julho de 2016. Lá se vão quase dois anos de trapalhadas, irregularidades, falta de transparência, desvios éticos, distorções da realidade, ofensas contra as trabalhadoras e trabalhadores, tentativas de retirada de direitos e investidas para desmontar a maior empresa de energia elétrica da América Latina.

A missão de Pinto sempre foi clara, destruir a Eletrobras e prepará-la para a privatização. Após muitas discussões, golpes baixos e tentativas de enganar a população eis que a verdade finalmente vem à tona.

Hoje, apenas os inocentes, as pessoas mal intencionadas e os oportunistas ainda acreditam nas falácias de Pinto. Seu discurso só tem respaldo em meia dúzia de assessores pagos para lhe bajular.

Como toda mentira que se preze, a tentativa de privatização da Eletrobras teve pernas curtas. A farsa caiu por terra nesta semana, quando a MP 814/17, que preparava o caminho para vender a estatal, foi retirada de pauta na Câmara dos Deputados. Isso no mesmo dia em que Pinto foi convocado para ir explicar aos deputados a contratação, sem licitação, da FSB Comunicação, empresa paga com dinheiro público para desqualificar um dos maiores patrimônios do Brasil.

Como era esperado, na audiência Pinto desconversou, faltou com a verdade e não explicou porque fez tal contratação.

Um presidente executivo que se preze sabe reconhecer a derrota. Pinto deveria ter respeito consigo mesmo e perceber que não é mais bem vindo na Eletrobras. Saia de cena, Pinto. Tenha altivez. Seria um ato inteligente, até nobre. Muito melhor do que ficar arrumando desculpas esfarrapadas para tudo.

Todos sabem que sua hora chegou. O senhor não reúne mais condições éticas e morais para presidir a Eletrobras. Tenha dignidade e respeito com a coisa pública. Faça um favor ao Brasil, caia fora!

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